Alunos do Colégio Tupy escrevem cartas em inglês para estudantes quenianos

Alunos do Colégio Tupy escrevem cartas para crianças de escola no Quênia

Iniciativa da professora Mariana Reis partiu da postagem em rede social do voluntário de uma ong de Joinville, André Cristian Boing, que levou as correspondências e presentes doados por pessoas de todo Brasil para os alunos da Utuwema Primary School, de Nairóbi

 

No começo de fevereiro, André Cristian Boing, voluntário de uma ong de Joinville, publicou em suas redes sociais um depoimento sobre as necessidade dos alunos da Utuwema Primary School, uma escola de Nairóbi, no Quênia, e sua ideia de levar cartas com palavras de esperança para essas crianças. Mariana Reis, professora do Colégio Tupy de Joinville, entrou em contato com André e estimulou os alunos do 1º ao 9º da tradicional escola joinvilense a escreverem cartas, em inglês, para seus agora amigos quenianos.

 

As cartas, junto com outros presentes como material escolar, já estão no Quênia levadas por André, que agradeceu o apoio em sua conta no Facebook: “Quando decidi ir ao Quênia novamente só me vinha na cabeça o que eu poderia fazer para ajudar aquelas crianças mais uma vez. Arrecadar dinheiro, levar material escolar e/ou produto de higiene? Sim, já seria sensacional! Mas além de faltar tudo isso, a carência emocional dessas crianças é gigantesca. Conversando com algumas pessoas surgiu a ideia de fazermos a campanha da cartinha. Pensei que se conseguíssemos 30 pessoas para escrever seria lindo demais já! Mas a vida nos surpreende a cada dia e é realmente uma caixinha de surpresas… Com muito apoio, força de vontade, amor e muita solidariedade, conseguimos em torno de 150 cartinhas (e presentes) de várias regiões do Brasil!”, escreveu Boing.

 

Segundo a professora Mariana Reis, as crianças de Joinville logo ficaram empolgadas com o projeto de se comunicar com pessoas da mesma idade delas no continente africano. Professores do ensino fundamental de História e de Geografia deram aulas sobre questões culturais e históricas do Quênia, e a professora de inglês ajudou na confecção das cartas.  “Aos poucos surgiram perguntas como: ‘Será que eles têm mesa?’, ‘Será que fazem a tarefa no chão?’, e assim foram refletindo sobre a realidade deles, comparando com a nossa. Da mesma forma, alguns professores também sentiram-se bastante tocados, demonstrando interesse em fazer algo a mais por essas crianças, num futuro breve. Espera-se que nossos alunos percebam o quanto poucas palavras podem fazer na vida de crianças tão carentes”, disse Mariana.

 

 

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